segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O jornalismo e sua essência principal: o repórter

             Na faculdade a teoria é passada com afinco. Até grudar na cabeça, aprendemos o lead, a quantidade de certa de caracteres, como se faz uma boa passagem.  São regras essenciais para um estudante de jornalismo. E esses são alguns dos momentos que conquistamos segurança para ensinar aos outros e inovar na prática. Essa frase me diz o quanto a profissão precisa de uma qualidade essencial: confiança.
            Para mim, a frase quer dizer que para chegar onde muitos não chegam, devemos ser diferenciados.  Se eu fizer igual o William Bonner faz, eu não vou chegar a um jornal renomado. Se eu escrever um texto com o mesmo jeito e vocabulário da Lya Luft, nunca irei escrever pra revistas de grande circulação. São maneiras que vão se descobrindo com o tempo.
             Phelipe Siani, palestrante que disse a frase na oficina de Linguagem mostrou o quanto a experiência ajuda na hora de mudar as coisas. Ele tem um olhar cinematográfico do jornalismo, o que faz as matérias serem como trechos de filmes, deixando mais interessantes. Com 10 anos de profissão, as matérias me atraíram mais do que a do Marcos Uchoa, por exemplo, que tem mais de 30 anos de Globo.  Essa frase diz sobre essência e é isso que vai nos diferenciar dos outros, o nosso jeito de fazer jornalismo
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